O Circuito Mundial de Surfe de 2015, também conhecido como o “Circuito dos Sonhos”, inicia no próximo domingo, dia 28 de fevereiro, e terá a costa da Gold Coast  como palco da primeira etapa. A competição ganhou visibilidade também entre os não praticantes do surfe no ano passado, com a vitória de Gabriel Medina, o primeiro brasileiro campeão mundial na história do WTC. O circuito começa ainda em fevereiro – dependendo das condições do mar e das ondas, é claro – e segue até 20 de dezembro. As três primeiras etapas ocorrem na Austrália. Após Gold Coast (de 28 de fevereiro a 11 de março), etapa que Medina venceu no ano passado, o WTC vai para Bells Beach (de 1º a 12 de abril) e para Margaret River (de 15 a 26 de abril). A etapa final, a décima primeira, será realizada no Havaí.

O WTC é composto por 34 surfistas e funciona como um campeonato de pontos corridos. Os melhores surfistas do mundo disputam as onze etapas em nove países – a Austrália é o país que mais de uma etapa. Ao fim da temporada, os dois piores resultados dos competidores são descartados, e o líder do ranking se consagra campeão mundial. O Brasil recebe o mundial entre os dias 11 e 22 de maio, na etapa do Rio de Janeiro. A Austrália é o país que mais venceu o WTC e também o que compete com o maior número de surfistas. Em segundo lugar no número de competidores está o Brasil, seguido do Havaí (que disputa como uma espécie de país independente) e os Estados Unidos.

As areias da Gold Coast tendem a ficar abarrotadas nesse final de semana. Milhares de pessoas devem se deslocar para assistir às baterias – além dos fãs de surfe, um batalhão de fãs dos surfistas. O surfe é um dos principais atrativos da Austrália e um dos motivos que faz muita gente ir estudar inglês ou fazer uma pós por aquelas bandas, tanto que a Gold Coast é uma das cidades que mais abriga brasileiros. Além da Gold, as praias de Bondi e Mainly, em Sydney, também atraem estudantes brasileiros pela proximidade com as ondas: Já pensou em abrir a janela de casa logo cedo para avaliar as condições do mar e decidir se vale a pena pegar a prancha para surfar um pouco antes das aulas? Bom, muita gente não só pensa como torna isso realidade.

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